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IR 2019: Reúna agora os papéis e tenha chance de receber restituição antes
Postado em: 14/02/2019
IR 2019: Reúna agora os papéis e tenha chance de receber restituição antes
Quem entrega a declaração do Imposto de Renda primeiro também recebe na frente dos outros, se tudo estiver certo e depois das prioridades legais, como idosos.

A declaração de IR 2019 poderá ser entregue a partir de março, mas já dá para juntar e organizar a papelada. Assim, fica pronto para apresentar a declaração já no começo de março.
Além de se livrar da obrigação, outra vantagem de preparar a declaração logo é que, se por acaso você notar que está faltando algum documento, terá mais tempo para resolver a pendência antes de terminar o prazo para entrega, no fim de abril.

QUEM É OBRIGADO A DECLARAR

A Receita Federal ainda não divulgou as regras para este ano.

No ano passado, eram estas as condições que obrigavam a declarar:
* Recebeu rendimentos tributáveis (como salário, aposentadoria, aluguel) acima de R$ 28.559,70 no ano anterior;
* Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte (como indenização trabalhista ou rendimento de poupança) acima de R$ 40 mil no ano;
* Teve ganho de capital na venda de bens, como imóvel ou veículo, no ano anterior;
* Optou pela isenção de imposto na venda de imóvel residencial para compra de outro imóvel em até 180 dias;
* Era dono de bens com valor total superior a R$ 300 mil;
* Teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 com atividade rural no ano anterior;
* Realizou qualquer tipo de operação na Bolsa de Valores;
* Estava no exterior e passou a morar no Brasil em qualquer mês do ano passado

1- PROVIDENCIE O CPF DE TODOS QUE ESTÃO NA DECLARAÇÃO

Todos os dependentes terão de apresentar CPF, inclusive recém-nascidos. Em 2018, a exigência era só para maiores de 8 anos. Agora é para todo mundo.

Se os seus dependentes ainda não têm CPF, você pode solicitar o documento nas agências do Banco do Brasil, da Caixa ou dos Correios, ao custo de R$ 7,00. É preciso levar os documentos do menor (RG ou certidão de nascimento) e de um dos pais ou do responsável legal.

Maiores de 16 anos e menores de 25 anos que possuam título de eleitor, mas ainda não tenham CPF, podem solicitar o documento gratuitamente no site da Receita.

2- TENHA A DECLARAÇÃO DO ANO ANTERIOR EM MÃOS

3- ORGANIZE OS COMPROVANTES DE DESPESAS COM SAÚDE

A Receita Federal costuma ser rigorosa na fiscalização das despesas com saúde, já que os valores gastos feitos por você, seu cônjuge e seus dependentes podem ser deduzidos integralmente do IR.
Eventuais divergências de dados podem levar a declaração para a malha fina.

Por isso é importante conferir, organizar e guardar, por no mínimo cinco anos, os recibos fornecidos por médicos, dentistas e outros profissionais de saúde, além das notas fiscais de exames, internações e extratos de planos de saúde. Os recibos e notas fiscais devem trazer o nome completo do prestador, com CPF ou CNPJ, endereço, serviço prestado, valor pago, além do seu.

4- PEÇA O COMPROVANTE DE RENDIMENTOS NO RH DA SUA EMPRESA

As empresas entregarão após 28 de fevereiro aos seus empregados o comprovante de rendimentos de 2018.
Nele estão informações como: quanto você recebeu de salário no ano, quanto pagou de imposto na fonte e de INSS.

O documento pode trazer outros detalhes importantes, como os gastos com o plano de saúde coletivo ou os aportes no plano de previdência da empresa.

Se você fizer a declaração em conjunto com o cônjuge, também precisará do comprovante de rendimentos dele. O mesmo vale para seus dependentes, caso eles trabalhem e estejam incluídos na declaração.

5- PEGUE O INFORME DE RENDIMENTOS NO SITE DO BANCO

6- PROCURE OS DOCUMENTOS DE COMPRA OU VENDA DE CARROS E IMÓVEIS

7- INSS DE DOMÉSTICOS, ALUGUEL, PENSÃO ALIMENTÍCIA E OUTROS
Há ainda uma série de documentos específicos que também precisam ser organizados para preencher a declaração.

Caso tenha empregado doméstico, organize as guias de recolhimento do INSS. O valor gasto com a Previdência dele pode ser abatido do seu IR.

Se você é trabalhador autônomo ou recebe outras fontes de renda, como aluguel ou pensão alimentícia, precisa reunir os comprovantes de pagamento do carnê-leão. Em 2018, isso era obrigatório para quem recebeu valor superior a R$ 1.903,98 mensais dessas fontes.

Se você paga pensão alimentícia, guarde os comprovantes, caso o valor não seja deduzido diretamente do seu salário.

Procure também documentos referentes a doações, heranças, empréstimos bancários e consórcios ocorridos no ano passado. Todas essas situações precisam ser declaradas no IR.

Fonte: uol.com
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